sexta-feira, 11 de março de 2011

RN recebe visita de investidores americanos


O secretário de Turismo do Rio Grande do Norte, Ramzi Elali, recebeu, nesta quarta-feira (2), representantes de dois grupos americanos de investimento, o KPSJ Investment Group e o Multitek Corporate Communications. Eles estão em Natal e são ciceroneados pelo representante da JVB Consultoria e Assessoria, Jan Von Bahr. Os investidores irão conhecer o litoral norte do estado, mais especificamente o município de São Miguel do Gostoso, o empreendimento Tropical D'Santo Cristo e também visitarão as obras do aeroporto de São Gonçalo.

Fonte: Imprensa - SETUR

Roteiro Seridó é um dos 24 roteiros selecionados no Pr ojeto Talentos do Brasil Rural


O Roteiro Seridó é um dos 24 roteiros selecionados pelo Projeto Talentos do Brasil Rural: Turismo e Agricultura Familiar a caminho dos mesmos destinos. Fruto de uma parceria entre Ministério do Desenvolvimento Agrário, Ministério do Turismo, Ministério do Meio Ambiente, Sebrae Nacional, Sebrae/RS e Agência de Cooperação Alemã (GTZ), R$ 3.263.678,50 (três milhões, duzentos e sessenta e três mil, seiscentos e setenta e oito reais, cinqüenta centavos) estão sendo investidos no Projeto Talentos do Brasil Rural. Tais recursos serão utilizados na realização de estudos e diagnósticos, qualificação e promoção de empreendimentos da agricultura familiar.

O presente resultado da Chamada Pública Talentos do Brasil Rural – Eixo Serviços, classificou entidades representativas de roteiros turísticos comercializados, compostos por, no mínimo, 10% de empreendimentos da Agricultura Familiar.

No Seridó, a ADESE – Agência de Desenvolvimento Sustentável do Seridó foi a entidade proponente do roteiro que contou com o apoio do SEBRAE RN para levantamento dos dados e inscrição. Ambas as entidades fazem parte do Conselho de Turismo do Pólo Seridó e Colegiado Territorial do Seridó.

O Projeto Talentos do Brasil Rural tem como objetivo geral inserir produtos e serviços da agricultura familiar no mercado turístico, agregando valor à oferta turística brasileira. Para alcançar este objetivo, o projeto tem como objetivos específicos:

  • Conhecer a demanda do mercado turístico por produtos e serviços da agricultura familiar.
  • Apoiar a organização produtiva dos empreendimentos da agricultura familiar.
  • Qualificar e agregar valor aos serviços e produtos da agricultura familiar existentes, para distribuição e comercialização no mercado turístico.
  • Apoiar a promoção e comercialização de produtos, serviços e destinos da agricultura familiar.

FONTE: SEBRAE – RN/Roteiro Seridó

quinta-feira, 10 de março de 2011

Ministério do Turismo tem R$ 900 mil por ano para investir em carnavais do porte de Caicó.


De acordo com a portaria 153, de 06 de outubro de 2009, o Ministério do Turismo instituiu regras e critérios para a formalização de apoios a eventos de turismo, e de incremento do fluxo turístico local, regional, estadual ou nacional. Os eventos são divididos por duas categorias: a de turismo e de geradores de fluxo turístico. O carnaval de Caicó se enquadra, de acordo com a lei, no artigo 14, que trata dos eventos geradores de fluxo turístico, cujos investimentos abrangem carnaval, carnaval fora de época, cavalgadas, etapas de eventos esportivos, festas Juninas; festividades natalinas; festivais de cinema; festivais culturais; festivais folclóricos; festivais gastronômicos; festivais de Inverno/Verão; festivais de Pesca Esportiva; feiras e Exposições de Produtos locais, regionais ou nacionais; vaquejadas; réveillon e rodeios.

Os gastos com o investimento do Ministério do Turismo para um carnaval, por exemplo, seriam destinados, de acordo com a ele, para várias despesas, desde a locação de palco, gerador de energia, banheiros químicos até pagamento de cachês de artistas ou bandas contratadas. Em entrevista no ano passado a Rádio Caicó AM, o então ministro do turismo, Luiz Paulo Barreto, que sancionou a presente lei, foi provocado a falar da ausência de investimentos do Governo Federal, no carnaval de Caicó. Respondeu que não tinha recebido qualquer projeto do Município para tal ajuda.

A lei diz que a prefeitura interessada deverá cadastrar e enviar sua proposta para análise da área técnica do Ministério do Turismo, com antecedência mínima de 30 (trinta) dias da data de início da vigência do convênio, acompanhada, ainda, de toda documentação que comprove e valide as informações prestadas por ocasião da apresentação do pleito. Nos municípios com 50.001 mil até 100 mil habitantes, que é o caso de Caicó, o limite e de até R$ 900 mil por ano, não podendo exceder o valor de R$ 300 mil por convênio.

Fonte: blog do Marcos Dantas.

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Garrafas de cachaça com marca em relevo continuam no mercado


O recolhimento de garrafas de cachaça 51 com a logomarca gravada em relevo continua suspenso. A Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) rejeitou recursos apresentados por duas empresas concorrentes que pretendiam reformar decisão do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) para que a Companhia Müller de Bebidas, fabricante da 51, fosse obrigada a retirar imediatamente do mercado os vasilhames com a marca gravada no vidro.
A disputa entre as fabricantes de cachaça de São Paulo por causa dos vasilhames é antiga. Nos anos 80, duas empresas - a Missiato Indústria e Comércio e a Caninha Oncinha - entraram no Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) com uma representação contra a Müller, apontando suposta concorrência desleal.
Argumentavam que os vasilhames com a marca 51 não podiam ser usados pelas concorrentes, as quais teriam dificuldade para separar manualmente as garrafas reaproveitadas na indústria. De acordo com a representação, o uso de vasilhames personalizados pela Müller, que já liderava o mercado de cachaça, estava comprometendo o processo de produção das empresas menores e tornando a concorrência inviável.
O Cade julgou a representação improcedente, em 1989, mas a disputa continuou na Justiça. Em 1995, no curso de uma ação em que a Müller pedia indenização às duas outras empresas por conta da representação "abusiva" no Cade, foi celebrado acordo em que a fabricante da cachaça 51 se comprometeu a não mais adquirir os recipientes gravados em relevo. O acordo foi homologado pela juíza da Vara Única de Santa Rita do Passa Quatro (SP).
Oito anos depois, a Missiato e a Oncinha ajuizaram ação de execução da sentença que havia homologado o acordo, alegando descumprimento por parte da Müller, pois os vasilhames marcados teriam reaparecido. A juíza, em liminar, determinou que a fabricante da 51 retirasse de circulação todas as garrafas com a logomarca que tivessem sido introduzidas no mercado depois de 1º de fevereiro de 1995, sob pena de multa diária equivalente a cem salários-mínimos.
Em sua defesa, a Müller entrou com embargos à execução, recebidos sem efeito suspensivo - portanto, sem força para impedir o cumprimento imediato da liminar. Esse efeito suspensivo veio a ser conferido depois pelo TJSP, a pedido da Müller. Contra a decisão do TJSP, a Missiato e a Oncinha ingressaram no STJ com dois recursos especiais.
Tecnicidade duvidosa
De acordo com as recorrentes, os embargos à execução não poderiam ter sido admitidos no processo, muito menos com efeito suspensivo. Segundo elas, a Lei n. 10.444/2002, ao reformar o processo de execução de títulos judiciais, tornou impossível a oposição de embargos, pois, na fase de cumprimento de sentença, a defesa só poderia ter sido feita por meio de impugnação, que é um incidente processual próprio, ou ainda mediante simples petição requerendo a execução do julgado no mesmo processo em que foi decidido.
Os argumentos das duas empresas não convenceram a relatora dos recursos, ministra Nancy Andrighi. De acordo com ela, a reforma do Código de Processo Civil, feita pela Lei n. 10.444/02, realmente negou a possibilidade de embargos nas execuções de títulos judiciais, mas essa alteração tinha em conta que a nova forma de execução "seria realizada imediatamente após o trânsito em julgado da decisão, o que tornaria bastante improvável a ocorrência de fatos extintivos da obrigação, como por exemplo o adimplemento ou a prescrição".
De acordo com a ministra, "embora a impugnação tenha substituído os embargos como o instrumento adequado para exercer resistência ao processo de execução de título judicial", há situações excepcionais em que a legislação admite outro caminho processual, o que pode fazer surgir uma dúvida "legítima" - sobretudo tendo se passado oito anos entre a sentença e o início da execução, como no caso em julgamento.
"Apesar da duvidosa tecnicidade do instrumento processual eleito pela recorrida, deve-se examinar a espécie sob o prisma dos princípios constitucionais da proporcionalidade e razoabilidade. Se a medida escolhida é necessária e pode ser aproveitada, atende ao fim precípuo do processo, que é mero instrumento para a concretização do direito material", disse a ministra Nancy Andrighi, em seu voto.
Quanto ao efeito suspensivo, a relatora lembrou que ele era automático à época da oposição dos embargos pela Müller, conforme determinava o CPC então vigente. A ministra assinalou que o surgimento de lei processual nova não retira a eficácia dos atos já realizados nos processos em andamento. O voto da ministra - reconhecendo a possibilidade dos embargos à execução e o respectivo efeito suspensivo, na mesma linha do entendimento do TJSP - foi acompanhado de forma unânime pela Terceira Turma do STJ.

STJ

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Setur faz parceria com UFRN para reativar Museu do Mar.


Uma reunião entre o Secretario de Turismo do RN, Ramzi Elali e a Reitora da UFRN, Ângela Paiva, acertou detalhes sobre a parceria que visa recuperar as instalações do Museu do Mar, onde hoje também funciona o departamento de oceanografia da Universidade, na praia de Areia Preta. De acordo com Ramzi a idéia é reativar o local para visitação dos turistas.


Mais informações Setur/Emprotur
Jeanny Damas (84) 9451-4577

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Programa Vai Brasil do MTur é lançado no RN


A Empresa Potiguar de Promoção Turística (Emprotur), a Associação Brasileira da Indústria de Hotéis (ABIH/RN) e o Natal Convention & Visitors Bureau realizaram, na tarde desta segunda-feira, uma reunião com o trade turístico para a apresentação oficial e treinamento do programa Vai Brasil, do Governo Federal, no Rio Grande do Norte. O evento ocorreu na sede da ABIH, na praia Areia Preta, em Natal.
O projeto, criado pelo Ministério do Turismo, Braztoa e Abav, tem o intuito de fomentar a comercialização de pacotes turísticos nos diversos destinos do Vai Brasil. Espera-se a participação de operadoras de turismo, agências de viagens, companhias aéreas, meios de hospedagem, empresas de receptivo, locadoras de veículos e empresas de assistência de viagem. A intenção é capacitar o maior número de empresas possíveis trazendo, assim, resultados positivos para o Rio Grande do Norte, destacou o presidente da Emprotur, Gustavo Porpino.
Os serviços do programa são disponibilizados ao público, com condições especiais de preço, por meio do site do programa (www.vaibrasil.com.br). Segundo o MTur, as tarifas a serem oferecidas no site devem ser inferiores àquelas aplicadas pela empresa no mercado. O programa foi concebido com o intuito de democratizar o acesso a uma plataforma comercial [referindo-se ao portal], em que as empresas da cadeia produtiva podem ter seu produto comercializado sem qualquer custo, concluiu Porpino.

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Um feriado perdido para os bugueiros de Natal.

O Parque Ecológico de Jenipabu, propriedade privada que dá acesso às dunas, um dos mais bonitos cartões postais do Rio Grande do Norte e atrativo procurado por turistas do Brasil e mundo para passeios de bugue -, foi interditado na tarde de sexta-feira, às vésperas de um feriado. O prejuízo calculado pelas empresas que realizam esses passeios gira em torno de 70%, com relação aos fins de semana em que o movimento aumenta na praia. A interdição, feita pelo Ibama, foi motivada pela falta de licença ambiental da propriedade e segundo o superintendente regional do órgão, Alvamar Costa, permanecerá fechada até que seja feito um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC).
Enquanto o Ibama alega que proprietários do terreno são negligentes, bugueiros amargam prejuízos sem passeios. O fechamento do Parque Ecológico de Jenipabu pegou os bugueiros e demais profissionais do turismo de surpresa. De acordo com Aldemir Inácio de Oliveira, que é membro da diretoria da Associação dos Proprietários de Bugue do RN (APCBA), centenas de turistas chegaram na praia para fazer o passeio de voltaram para os hotéis frustrados. "Sábado tinha cinco ônibus parados aqui com turistas. Todos voltaram reclamando, pois o passeio é a mola mestre do turismo. Tivemos um prejuízo de aproximadamente 70%. E não só os bugueiros, mas todos que se abasteceram para o feriado, como os donos de bares, as donas de lojas de roupas, entre outros", declarou. Sem os passeios nas dunas, os 74 bugueiros associados à APCBA tiveram que se contentar em levar os turistas apenas para as dunas fixas e passeios pelo litoral. "Nossas praias são belíssimas, mas o turista procura Jenipabu para andar nas dunas, com emoção", disse Aldemir. Cada passeio nas dunas móveis custa R$ 180 e um bugueiro realiza uma média de três por dia. "Imagine a situação desses trabalhadores num feriado desses, que atrai para Jenipabu centenas de pessoas. Essa briga tem que terminar, porque nós somos os mais prejudicados", concluiu Aldemir.
Segundo Francisco Gracioso da Silva, bugueiro há 20 anos, se essa situação não se resolver, a categoria deve fazer um protesto. "Vamos parar as atividades. Isso é uma briga antiga entre Ibama e Idema e nós é quem pagamos por isso. Temos família para sustentar. Um feriado como esse dava para conseguir um bom dinheiro. Mas como vamos pagar as contas amanhã? Há 20 anos trabalho com isso e só agora vejo esse tipo de coisa acontecer", declarou.
Paizito.

Fonte: Diário do Turismo